Contato = Victor Padilha Cidade = Ilha do Governador Estado = RJ Email = vp.pinheiro@uol.com.br
Fala Galera!!!, me amarrei nesse vídeo ao Mar Vermelho e gostaria que fosse exibido no blog. Valeu. Fui!
Viagem Forum Mergulho / APDM / DAHAB ao Mar Vermelho - P1
03 Jan 2009
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Por = Ivan Cavas De = Revista Mergulho nº149RJ Assunto = Revista Mergulho nº149: Bellucia & Victory 8B, dois naufrágios peso-pesados
Duas histórias distanciadas pelo tempo são cruzadas em uma daquelas ironias do destino. Os dois navios compartilham seus leitos em Guarapari, listando entre os melhores naufrágios para a prática do mergulho autônomo nacional.
O Bellucia, esse senhor de 120 anos, é um dos naufrágios mais bonitos do Brasil. Quem conhece assina embaixo esta afirmação. Sua aparência fantasmagórica, a vida marinha abundante, o desafio das correntezas, muito comuns no local, são os principais atrativos.
A navegação em Guarapari muitas vezes é desafiadora. A instabilidade das condições força algumas vezes a mudanças nos planos, onde a Ilha Escalvada torna-se o porto seguro nos dias onde os mergulhos no Bellucia ou Victory são abortados.
A visibilidade no Bellucia varia entre 5 e 25 metros e a profundidade entre 18 e 27 metros. O mergulho requer um planejamento adequado, já que os barcos das operadoras ficam à deriva. É presa uma garatéia com bóia na extremidade, servindo como guia para os mergulhadores.
03 Nov 2008
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Contato = Leamartine Pinheiro Cidade = Rio de Janeiro Estado = RJ Email = lps@rionet.com.br
Projeto filma peixe a quase 8 km de profundidade
Cientistas japoneses filmaram um peixe que vive a 7,7 quilômetros de profundidade - a maior extensão onde já se encontraram espécies vivas. Até o momento, o peixe que vivia em águas mais profundas havia sido observado a sete quilômetros de profundidade.
Conhecido como Pseudoliparis amblystomopsis, o peixe, de apenas 30 centímetros de comprimento, foi encontrado na costa japonesa do Oceano Pacífico.
A descoberta faz parte do projeto Hadeep, realizado em parceria pelas universidades de Aberdeen, na Escócia, e de Tóquio, no Japão, com o objetivo de varrer o fundo do mar em busca de criaturas que vivem em águas profundas e ampliar o conhecimento sobre a biologia no fundo dos oceanos.
Sobrevivência - Os cientistas têm trabalhado em uma área conhecida como zona hadal - a designação do fundo do mar situado a mais de 6 mil metros de profundidade, abaixo da zona abissal.
Os cientistas conseguem explorar essas regiões profundas usando sondas operadas por controle remoto e capazes de resistir às imensas pressões da água.
Os "veículos submarinos" possuem ainda uma câmera acoplada para garantir o registro das espécies encontradas no fundo do mar.
"Existe a questão sobre como esses animais vivem nessas profundidades", disse Monty Priede, da Universidade de Aberdeen.
Priede cita três principais problemas para a sobrevivência em águas tão profundas.
"O primeiro é o suprimento de comida, que é bem remoto e vem de oito quilômetros acima", afirma o pesquisador. "Há também a pressão - eles têm de ter todo o tipo de modificações fisiológicas, principalmente no nível molecular."
"O terceiro problema é que as correntes formadas nessas profundidades são como pequenas ilhas em um grande abismo, e não sabemos se são grandes o suficiente para suportar as populações que crescem de maneira endêmica", acrescenta Priede.
O cientista afirma, no entanto, que os peixes parecem ter superado esses problemas.
Ativo - Os pesquisadores se dizem surpresos com o comportamento dos peixes em águas profundas.
"Pensamos que, pela profundidade, os peixes seriam relativamente inativos, armazenando a maior quantidade de energia possível e tudo mais", conta Priede à BBC News.
"Mas as imagens mostram os peixes se movendo, comendo com precisão, atacando as presas que passam pelo lado", descreve o pesquisador.
"Ninguém jamais havia visto um peixe vivo nessas profundidades - apenas em conserva em museus e, depois que são retirados do fundo do mar, eles têm uma aparência miserável", afirma Priede. "Mas esses peixes são muito bonitinhos."
O último peixe encontrado vivo na maior profundidade era o Abyssobrotula galateae, que foi retirado do fundo do mar em Porto Rico a mais de oito quilômetros, em 1970. No entanto, ao chegar na superfície, o animal já estava morto.
Alan Jamieson, da Universidade de Aberdeen, afirma que é "uma honra poder ver esses peixes".
Segundo Jamieson, a equipe deverá encontrar ainda mais peixes durante a próxima expedição, marcada para março de 2009, que vai explorar a área entre 6 mil e 9 mil metros de profundidade.
"Ninguém nunca foi capaz de ver essas profundidades antes - acho que vamos encontrar peixes vivendo em águas muito mais profundas", conclui o pesquisador. (Fonte: G1)
03 Nov 2008
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Contato = Leamartine Pinheiro Cidade = Rio de Janeiro Estado = RJ Email = lps@rionet.com.br
Baleias aparecem em praias no RS
Pelo menos três baleias foram avistadas na costa de Imbé, no Rio Grande do Sul, nesta terça-feira (7). Elas apareceram nas praias de Santa Terezinha e Mariluz.
A época em que as baleias mais se aproximam da costa é entre agosto e setembro, mas o biólogo Maurício Tavares, do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar) explicou que ainda é possível vê-las em outubro. (Fonte: G1)
01 Nov 2008
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Contato = Marcelo Souza Cidade = Cubatão Estado = SP Email = mmsouza@uol.com.br
Fala Galera! Me amarrei no blog e tô mandando uma foto do nosso grupo! Valeu!
Taubaté (SP) - Mergulhadores do Pelotão SAR (Busca e Salvamento) e do 3º BAvEx realizaram, no período de 5 a 7 de maio, o treinamento de mergulho autônomo no 11º Grupamento de Bombeiros (Jacareí-SP). Participaram do exercício 13 mergulhadores autônomos do Batalhão Pantera.